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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 27 de junho de 2017

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Fifa publica relatório sobre o processo de escolha das Copas de 2018 e 2022

Fifa publica relatório sobre o processo de escolha das Copas de 2018 e 2022
Entidade diz que decidiu levá-lo a publico após documento ser vazado de forma ilegal por jornal alemão
Por Globo Esporte Foto: Reprodução/Divulgação/Twitter - 27/06/2017 - 13:41:09

Fifa decidiu publicar nesta terça-feira o relatório Garcia, referente ao processo que escolheu Rússia e Catar como sedes das Copas de 2018 e 2022, respectivamente. A federação internacional disponibilizou um link para o documento em seu site e informou que sua decisão de levá-lo a público foi tomada após o relatório, descrito em 430 páginas pelo investigador independente Michael Garcia em 2014, ter sido "vazado de forma ilegal por um jornal alemão".


Por uma questão de transparência, a Fifa informa que este relatório foi finalmente publicado – informou a Fifa.

O jornal alemão "Bild" publicou na terça-feira parte do relatório Garcia. Nele, o procurador americano diz que um total de US$ 2 milhões (R$ 6,6 milhões na cotação atual) teriam sido pagos à filha de 10 anos de um membro da Fifa antes da escolha do Catar para sede do Mundial de 2022. Esta pessoa seria o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira.


De acordo com o "Bild", o relatório Garcia revelou que "um ex-membro executivo (da Fifa) felicitou membros da federação do Catar e agradeceu por e-mail o pagamento de centenas de milhares de euros" após a atribuição da competição ao Catar".


Segundo o veículo de imprensa alemão, "três membros executivos da Fifa com direito a voto foram a uma festa no Rio de Janeiro em um jato privado da Federação de Futebol do Catar antes da eleição para atribuição da sede da competição".


O maior complexo esportivo do mundo, o "Aspire Academy", uma organização catariana, também "esteve envolvida de maneira decisiva na manipulação de membros da Fifa com direito a voto", completou o jornal alemão.


A atribuição da sede da Copa do Mundo de 2022 ao Catar, definida em 2010, esteve envolvida em suspeitas de corrupção desde o início.

 

Uma investigação interna, conduzida pelo ex-procurador americano Michael Garcia, foi realizada. Após ler o relatório, a Câmara de Julgamento da Comissão de Ética da Fifa afirmou ter identificado comportamentos suspeitos por parte de membros da Fifa, mas nada que pudesse colocar em dúvida a atribuição das duas próximas Copas do Mundo.


Em 2014, Michael Garcia criticou a decisão da Fifa, afirmando que a leitura de seu relatório, que teve apenas uma parte publicada, havia sido parcial.

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