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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 23 de novembro de 2017

Acordão em curso: Um novo sustenta-pelego vem aí

Acordão em curso: Um novo sustenta-pelego vem aí
O Brasil sério, que acorda todo dia às 5h da manhã para pegar a condução e trabalhar, não aceita mais um novo sustenta-pelego.
Por Miguel Lucena* - 15/07/2017 - 19:46:15

Os sindicatos de trabalhadores viraram cartórios rentáveis, graças à contribuição sindical. Por isso, causou estranheza a pouca mobilização das entidades quando da votação da reforma trabalhista.

 

Sem entrar no mérito da reforma, surgiu uma pista para explicar a imobilidade dos sindicalistas: o Jornal O Globo informa que o governo admite criar uma contribuição para ajudar a financiar os sindicatos em alternativa ao imposto sindical obrigatório, extinto na reforma trabalhista. Mas não aceita que esse novo mecanismo seja compulsório, para não contrariar a Câmara dos Deputados.

 

A ideia, diz o jornal, é que as próprias convenções coletivas decidam por maioria se as partes envolvidas nos acordos coletivos (trabalhadores e empresas) vão pagar uma taxa para as entidades que fizeram a negociação e como será a cobrança: se será paga em uma vez, se valerá somente para quem é filiado ou atingirá todos os que forem beneficiados pelos reajustes salariais, nas respectivas datas-base das categorias.

 

Acrescenta que o assunto será discutido pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e representantes das centrais sindicais na próxima quinta-feira, em Brasília. Nogueira ressalva que o presidente Michel Temer é contra a contribuição compulsória.

 

Informes de bastidores indicam que há um acordão em curso. Os sindicatos, em sua maioria desacreditados, querem manter a boquinha. Em troca, deixarão o governo em paz.

 

Sem o imposto sindical e com os trabalhadores tendo poder de negociar diretamente sua forma de trabalho, como ocorre nos Estados Unidos, os sindicatos minguariam, e muita gente que vive nababescamente, realizando cruzeiros marítimos e trocando de carro todo ano, fazendo acordos espúrios pelas costas dos trabalhadores e enriquecendo sem causa, teria de se reciclar para ganhar a vida com o suor do próprio rosto.

 

O Brasil sério, que acorda todo dia às 5h da manhã para pegar a condução e trabalhar, não aceita mais um novo sustenta-pelego.

 

*Miguel Lucena é Delegado de Polícia Civil do DF e Jornalista.

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