Recomende este post!

Fechar

Enviar


Regras do Blog Edson Sombra

1 – Para comentar no Blog do Edson Sombra você poderá informar, além do seu nome completo, um apelido que poderá usar para escrever comentários.

2 – Sempre que comentar no Blog do Edson Sombra você poderá optar por assinar seu comentário com seu nome completo ou com o apelido que escolheu. A publicação do seu e-mail junto com o seu comentário também é opcional.

3 – Serão eliminados do Blog Edson Sombra os comentários que:

      a - Configurem qualquer tipo de crime de acordo com as leis do país;

      b - Contenham insultos, agressões, ofensas e baixarias;

      c - Reúnam informações (e-mail, endereço, telefone e outras) de natureza nitidamente pessoais do próprio ou de terceiros;

      d - Contenham qualquer tipo de material publicitário ou de merchandising, pessoal ou em benefício de terceiros.

      e – Configurem qualquer tipo de cyberbulling.

4 – A publicação de comentários será permanentemente bloqueada aos usuários que:

      a - Insistirem no envio de comentários com insultos, agressões, ofensas e baixarias;

Avisos:
 

1 – No Blog do Edson Sombra, respeitadas as regras, é livre o debate dos assuntos aqui postados. Pede-se, apenas, que o espaço dos comentários não sirva para bate-papo sobre assuntos de caráter pessoal ou estranhos ao blog;

2 – Ao postarem suas mensagens, os comentaristas autorizam o titular do blog a reproduzi-los em qualquer outro meio de comunicação, dando os créditos devidos ao autor;

3 – A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica.

  • Fechar Enviar

Brasil, Brasília - Distrito Federal, 19 de agosto de 2017

cartao-brb

Agosto Dourado: Entenda a importância da apojadura no aleitamento materno

Agosto Dourado: Entenda a importância da apojadura no aleitamento materno
Aleitamento materno é tema da campanha
Revista Encontro Brasilia - 12/08/2017 - 20:43:16

Com 41% das mães, no Brasil, que amamentam exclusivamente até os seis meses, a estratégia da Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde é conscientizar a população e profissionais de saúde sobre a importância do aleitamento materno

 

O leite materno é considerado o melhor alimento para os bebês, favorecendo uma série de benefícios essenciais para a vida do recém-nascido como o fortalecimento da imunidade, diminuição dos riscos a alergias e combate a anemia. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), no Brasil, 41% das mães amamentam exclusivamente até os seis meses – dobro da taxa registrada nos EUA, Reino Unido e China.

 

Diante dessa realidade, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde criaram uma estratégia de mobilização social que contribui para conscientizar a população e profissionais de saúde sobre a importância do aleitamento materno com a Semana Mundial da Amamentação, de 1° a 7 de agosto. O mês é conhecido também como Agosto Dourado, pois simboliza a luta pelo incentivo à amamentação.

 

A pediatra da Maternidade Brasília, Dra. Sandi Sato explica que existem mais de 240 componentes identificados no leite humano que agem como protetoras, bactericidas, anti-inflamatórias ou imunomoduladoras – que atuam no sistema imunológico. “Com o intestino e o sistema imunológico extremamente imaturos, sem produzir anticorpos na forma adequada para se proteger, o bebê precisa receber através do leite materno o colostro (produzido nos primeiros dias de amamentação) que é rico em fatores de proteção e, principalmente, em anticorpos prontos”, detalha.

 (Pixabay)

 

A médica reforça que o conhecimento é o melhor caminho para uma amamentação saudável. “A mãe precisa estar informada sobre o que é a amamentação, benefícios, desvantagens do uso do leite artificial e os riscos de oferecer mamadeira e chupeta. Além disso, é necessário saber identificar alguma dificuldade em amamentar de forma precoce e saber ordenhar”.

 

Para realizar a amamentação de forma adequada, a especialista esclarece que o bebê precisa mamar e esvaziar o seio de forma correta. “Se a mama não for esvaziada de forma apropriada, o organismo vai entender que não é preciso produzir leite”, explica Sandi. A especialista ainda acrescenta que a dor é um sinal de perigo. “Se a mãe sente dor para amamentar, ela deve procurar ajuda para que uma amamentação correta seja estabelecida”, afirma.

 

Doação

Para doar, a mãe precisa estar em um ambiente limpo, usar touca, máscara, lavar bem as mãos, esterilizar o recipiente e, principalmente, evitar que qualquer tipo de pelo, poeira ou sujeira entre em contato com o leite. “Qualquer mulher saudável que esteja amamentando e deseja doar de forma voluntária é muito bem-vinda”, reforça a médica.

 

Caso a doadora tenha dificuldades, o Banco de Leite padrão ouro da Maternidade Brasília está de portas abertas para instruir e ajudar na coleta adequada desse material. “A doação é uma entrega e exige cuidados na hora da coleta, pois o leite pode facilmente ser contaminado”, conclui Dra. Sandi.

 

Agosto Dourado

No dia 12 de abril deste ano foi sancionada a lei que institui agosto como o Mês de Aleitamento Materno: o Agosto Dourado. Pensando nisso, a Maternidade Brasília promoverá uma série de ações de conscientização e esclarecimento sobre a importância do aleitamento materno como a realização de palestras e exposições. 

 

Entenda a importância da apojadura no aleitamento materno

 

Trata-se da preparação do corpo da mãe para a saída de leite, especialmente o colostro, essencial para o recém-nascido

 

Quem vê a mulher amamentando tranquilamente seu bebê não imagina que oferecer o seio ao filho pode causar certos desconfortos, que geram dor e ansiedade. A apojadura, que é o preparo da mama para o início da produção do leite, é um desses desconfortos e nem sempre é fácil. Ela geralmente acontece até cinco dias após o parto. "Neste período, as mamas ficam maiores e bem cheias e algumas vezes quentes. É normal haver um pequeno fluxo de leite, começando a descer em forma de gotinhas, que é suficiente para o bebê ficar satisfeito", esclarece a enfermeira pediátrica Maíra Domingues Bernardes Silva, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF), da Fiocruz.

 

Esse primeiro leite que sai, pós a apojadura, é chamado de colostro e tem o papel principal de proteção do recém-nascido, pois contêm vários anticorpos, sendo conhecido como a primeira vacina. Essas características permanecem até o 7º dia pós-parto. "Já no quarto, a equipe de saúde pode ajudar a mãe a interpretar os sinais de fome do bebê, como colocar as mãos na boca, abrir a boca em busca da mama, fazer movimentos de sucção e o choro. E se ele mostrar interesse em mamar, a equipe de saúde deve auxiliar a mãe a adotar uma posição confortável, para que o bebê possa fazer uma pega eficaz. São nessas primeiras 24 ou 48 horas que a mãe pode ter algumas dificuldades em colocar o bebê para mamar, por isso é importante a ajuda da equipe de saúde nesse momento", completa a especialista.

Como esclarece a enfermeira, as mães de recém-nascidos não devem confundir a preparação das mamas para produção de leite, ou apojadura, com algum problema de saúde (Pixabay)

Como esclarece a enfermeira, as mães de recém-nascidos não devem confundir a preparação das mamas para produção de leite, ou apojadura, com algum problema de saúde

 

Maíra Domingues Silva enfatiza que é bastante comum confundir a apojadura com outros problemas que podem ocorrer nos seios da mãe, como o ingurgitamento mamário, que surge quando a pega do bebê está errada e ele não consegue sugar todo o leite. Esta retenção de leite na mama gera o que conhecemos como leite "empedrado". "É importante frisar que quanto mais o bebê sugar, maior o estímulo na produção e mais rápida e com maior volume será a descida do leite. Por isso, é indicado não levar para a maternidade chupetas, mamadeiras e/ou bicos de silicone, pois todos esses acessórios podem prejudicar o início, o sucesso e a duração da amamentação", alerta a enfermeira.

 

"Caso as mamas estejam muito cheias, a mãe pode realizar massagens com a mão espalmada em movimentos circulares, ao redor do mamilo [na aréola], realizando em seguida uma pequena ordenha da aréola para que esta fique bem macia, o que facilita a pega para o bebê", aconselha a profissional. Vale destacar que esta massagem tem objetivo de deixar apenas a aréola mais macia para que o bebê possa abocanhar melhor, diferente do objetivo da massagem durante um ingurgitamento mamário.

 

(com Agência Fiocruz)

Deixe aqui seu comentário

Preencha os campos abaixo: