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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 21 de setembro de 2017

Após críticas, Rollemberg exonera Renato Santana de administração

Após críticas, Rollemberg exonera Renato Santana de administração
Canetada do socialista foi além. Parte da equipe do vice-governador também foi demitida nesta terça-feira (3/1)
Por Maria Eugênia, Lilian Tahan e Manoela Alcântara - Metrópoles - 03/01/2017 - 11:07:56

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) reagiu rapidamente às críticas feitas por seu vice, Renato Santana (PSD), ao reajuste de até 25% no valor das tarifas de ônibus e metrô. Na edição desta terça-feira (3/1) do Diário Oficial do DF, Santana foi exonerado do comando da Administração Regional de Vicente Pires, que ocupava interinamente, e teve parte de sua equipe de comissionados demitida pelo chefe do Executivo local.

 

Ao Metrópoles, o vice-governador se mostrou indignado: “Sugeri a demissão de quem sugeriu ao governador apenas a alternativa de aumento de passagens. E fui demitido de Vicente Pires sem nenhuma ligação do governador”.

 

 

Santana disse ainda que todas as vezes em que foi acionado por Rollemberg esteve à disposição. “Fui prontamente atender, por entender que essa é a forma de colaborar com a cidade, trabalhando. Não vou jamais deixar de dar e expressar meu ponto de vista sobre as coisas que afetam a vida da cidade em que nasci e, hoje, tenho a oportunidade de colaborar com a gestão”, declarou.

 

Tensão

A relação entre Rollemberg e Santana sempre foi tensa. Focado em 2018, quando estuda sair candidato a deputado federal, e certo de que o governo do qual faz parte já não tem prazo para recuperação, o vice-governador nunca gostou de ocupar uma posição de coadjuvante na política local.

 

Sua estratégia é aparecer e tornar-se um contraponto à letargia do titular que, em meio a uma conjuntura de dificuldades, não conseguiu promover grandes avanços nos primeiros dois anos de governo. A meta de seu partido, o PSD, é eleger pelo menos dois nomes pelo DF.

 

Numa investida mais popular, ele meteu a colher de pau no preço da refeição no Restaurante Comunitário: “Foi um cálculo burro, uma economia burra”. Opinou sobre o local onde os times de futebol americano vão treinar e lamentou sobre a situação dos bichos idosos confinados no Zoológico de Brasília.

 

Criticou o reajuste das passagens – chegou a dizer que se fosse governador demitiria secretário que falasse em aumento de tarifas – e não poupou ataques à equipe de governo quando sua cunhada morreu vítima de dengue. Publicou um texto na internet convocando os “tecnocratas” que fazem parte do GDF arregaçarem as mangas e saírem “da bolha dos gabinetes”.

 

A tensão entre os dois atingiu carga máxima em julho do ano passado, quando Renato Santana foi grampeado pela presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, ao falar sobre a existência de um suposto esquema de pagamento de propina dentro do GDF. Em um dos áudios, o vice afirma que Rollemberg está “fodido”.

 

O Metrópoles tenta contato com o governador Rollemberg para que comente as exonerações.

  • Sergio Oliveira - 03/01/2017

    Casos como de Renato Santana e Michel Temer nos fazem pensar que é hora do congresso colocar uma emenda constitucional para que, como existia até os anos 60, se eleger, pelo voto, o vice. Lembrem que Jango era vice eleito daí sua legitimidade ao substituir o retardado Jânio Quadros. Vice não tem voto assim como suplente de senador. Portanto, não tem legitimidade. E nesta PEC os deputados poderiam colocar um plebiscito para a população do DF decidir se a câmara legislativa deve continuar ou acabar.

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