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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 21 de setembro de 2017

Após demissão de aliados de Veras, PDT vai debater apoio ao governo

Após demissão de aliados de Veras, PDT vai debater apoio ao governo
Dentro do PDT, o debate sobre o rompimento ainda divide opiniões
Por Helena Mader-Correio Braziliense/Minervino Junior/CB/D.A Press - 13/09/2017 - 08:00:52

O episódio da demissão de indicados pelo PDT antecipa um debate que estava em gestação: o desembarque da legenda do governo. O partido é um dos únicos da aliança original que permanece ao lado do governador Rodrigo Rollemberg e, no próximo sábado, vai discutir o apoio ao GDF em convenção. Esta semana, o chefe do Executivo demitiu dezenas de aliados do deputado Reginaldo Veras, por conta da oposição do parlamentar às mudanças na previdência. O presidente do PDT, Georges Michel, divulgou nota de repúdio à exoneração dos apadrinhados de Veras. “Infelizmente, o governo atua com o intuito de intimidar e pressionar os deputados distritais do PDT para que votem favoravelmente ao projeto que trata da Previdência dos servidores públicos”, criticou Michel.

 

Agora ou em breve

 

Dentro do PDT, o debate sobre o rompimento ainda divide opiniões. Mas é quase consenso que o partido deva deixar o governo. “Se não for agora, será em breve”, resumiu um integrante do diretório da legenda. Há quem defenda a permanência até dezembro ou janeiro. Pedetistas mais ligados à base nacional do partido querem uma declaração de oposição imediata, mas o tema deve dividir opiniões no encontro deste sábado, que ocorrerá no diretório nacional do PDT.

 

No olho do furacão

 

Um dos pedetistas mais fiéis ao governador Rollemberg é o secretário adjunto de Trabalho, Thiago Jarjour. Ele está de férias na Flórida e ficou alguns dias incomunicável por causa da passagem do furacão Irma. Mas Rollemberg conseguiu localizá-lo para avisar sobre as trocas de cargos na pasta. Caso o PDT rompa com o governo, a tendência é que Jarjour permaneça ao lado de Rollemberg. Ele tem dito a aliados que não abre mão de conduzir a organização da próxima Campus Party, marcada para o fim de maio. O chefe da pasta de Trabalho só volta ao DF no domingo e, portanto, não vai participar da convenção para discutir os rumos do partido na capital.

 

Críticas a cartazes do Sinpro

 

A estratégia do Sindicato dos Professores de intimidar deputados para que votem contra o projeto da Previdência suscitou críticas até mesmo de parlamentares de oposição ao governo. Ontem, vários distritais se sucederam na tribuna do plenário para criticar a campanha do sindicato. O Sinpro espalhou pelo DF cartazes com fotos de deputados indecisos ou que declararam voto a favor da proposta. Wellington Luiz (PMDB), Júlio César (PRB), Juarezão (PSB), Chico Vigilante (PT) e Agaciel Maia (PR) atacaram a estratégia dos sindicalistas, considerada exagerada e agressiva.

 

Filippelli no organograma da PF

 

O organograma da suposta organização criminosa do PMDB, divulgado pela Polícia Federal, traz a imagem do ex-vice-governador Tadeu Filippelli. A PF indicou 11 pessoas que ocupavam cargos estratégicos no grupo, com o aval do presidente Michel Temer. No centro do organograma está o chefe do Executivo federal. Até a deflagração da Operação Panatenaico, Filippelli ocupava o cargo de assessor especial da Presidência.

 

Encontro depois das agressões

 

Depois de xingamentos públicos e processos judiciais, o deputado federal Laerte Bessa (PR) e o governador Rodrigo Rollemberg tiveram um civilizado encontro a sós na manhã de ontem, no Palácio do Buriti. O chefe do Executivo pediu apoio do parlamentar para a aprovação do projeto que reformula a Previdência. Já Bessa solicitou que o governador conceda aos policiais civis a paridade de reajuste com a Polícia Federal.

 

70-30

 

O governador Rodrigo Rollemberg se reuniu ontem com a equipe econômica para discutir como será feito o parcelamento de salários em outubro, caso o projeto da Previdência não seja aprovado. A determinação é para que, nesse caso, haja um pagamento de 70% das remunerações no quinto dia útil e 30%, posteriormente. E isso valerá para todos os servidores, não apenas para quem ganha mais de R$ 7,5 mil. O governador pediu para que sejam rodadas duas folhas, contemplando os dois cenários.

  • SERGIO OLIVEIRA - 13/09/2017

    Brizola deve estar se revirando no túmulo ao saber que criou um partido para abrigar gente do nível baixo, de um tal de Veras. Oportunista, fisiologista, sem voto e sem cultura. Ele envergonha Darcy Ribeiro, Alceu Collares e tantos outros que fundaram o PDT, mas essa gente desqualificada, se acha que vai se eleger ou reeleger, se engana. Gente como Veras, Raimundo, Cristiano e outros vermes não voltarão. É o fim deles. Colocam seus interesses particulares acima dos interesses do DF e de sua gente. Xô,canalhas!!

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