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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 23 de novembro de 2017

Bernardinho deixa comando da seleção masculina de vôlei após 16 anos

Bernardinho deixa comando da seleção masculina de vôlei após 16 anos
Técnico bicampeão olímpico (Atenas 2004 e Rio 2016) conquistou muitos títulos desde quando assumiu; Renan Dal Zotto assume em seu lugar
Por IG Foto: Reprodução/CBV - 11/01/2017 - 19:13:18

Bernardinho não é mais técnico da seleção brasileira masculina de vôlei. 16 anos depois e após alguns meses de espera, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), anunciou na tarde desta quarta-feira (11), a saída do treinador multicampeão. Renan Dal Zotto, que trabalhou até o ano passado na CBV como Diretor de Seleções, assume em seu lugar.

A saída de um dos maiores técnicos do vôlei mundial foi feito por Radamés Lattari, que confirmou que Bernardinho seguirá colaborando com a seleção, entretanto não sabe qual será o cargo. "Na primeira convocação ele estará aqui como coordenador técnico, consultor técnico do Renan, algo assim", afirmou. Em seguida, Lattari chamou Renan, que falou sobre o novo momento da vida.


"É um motivo de muito orgulho estar aqui hoje pela confiança depositava pelo Toroca (presidente) e pela CBV no meu nome. Estou há mais de 40 anos no vôlei e algumas vezes fui convocado pela CBV. Durante 13 anos como atleta, aquele frio na barriga. Depois em 2001 para ajudar na transição do Bernardo do feminino para o masculino. Isso me entusiasma muito. Nos últimos anos estava como diretor de seleções", afirmou o novo treinador em entrevista coletiva.

"Encontrei dentro das seleções um ambiente maravilhoso. Quando houve o convite a primeira coisa que fiz foi falar com o Bernardo. Eu precisava do parecer e da colaboração dele. Ele tem mais do que seus motivos para dar um tempo e respirar um pouco. Ele merece esse tempo. Nas nossas conversas, acima de tudo, falei que precisava dele dentro do processo", acrescentou Renan, amigo próximo de Bernardinho e padrinho de Bruninho, filho do técnico e levantador da seleção.


"O desafio é grande. Manter um trabalho como vinha sendo feito no masculino e no feminino também é uma responsabilidade grande. Tive oportunidade de ficar dois anos na Itália como treinador depois do trabalho no Florianópolis. Lá fiz um curso de treinador. No final perguntaram a todos se treinava sua equipe para melhorar ou ganhar jogo. O único que respondeu para melhorar fui eu", completou Dal Zotto.


Carreira de Bernardinho
Bernardo Rocha de Rezende foi jogador de vôlei entre 1979 e 1986 e defendeu times do Rio de Janeiro, sua cidade, e também a seleção brasileira. Parou de jogar e começou a carreira de treinador como assistente técnico de Bebeto de Freitas na seleção durante os Jogos Olímpicos de Seul. Em 1990 comandou a equipe feminina do Perugia, da Itália e permaneceu lá por dois anos. No ano seguinte, dirigiu a equipe masculina do Modena.


Bernardinho retornou ao Brasil em seguida e, em 1994, iniciou sua trajetória na seleção feminina brasileira e permaneceu até 2000. Com as mulheres conquistou duas medalhas de bronze olímpicas, em Atlanta 1996 e Sydney 2000. Assumiu a seleção masculina em 2001, às vésperas da Liga Mundial daquele ano. E foi campeão.

Foram mais de 15 anos à frente da seleção e mais de 30 conquistas. Sendo dois ouros olímpicos, em Atenas 2004 e Rio 2016, duas pratas, em Pequim 2008 e Londres 2012, três títulos mundiais, em 2002, 2006 e 2010, fora as incríveis oito Ligas Mundiais, em 2001, 2003, 2005, 2007, 2009, 2011, 2013 e 2015. Além disso, ainda levou duas Copas do Mundo, em 2003 e 2007, e foi duas vezes medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos, em 2007 e 2011.


Bernardinho ainda é técnico do Rio de Janeiro, time feminino que mais conquistou títulos no país.
 

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