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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 21 de setembro de 2017

Bilhete único ainda está sem definição pelas empresas

Bilhete único ainda está sem definição pelas empresas
Na última semana, a Justiça do DF garantiu o passe livre para estudantes em situação de rua.
Jornal Destak - 20/03/2017 - 08:30:25

O Governo de Brasília deu seis meses para que o novo sistema de bilhetagem única com biometria facial esteja em funcionamento no DF. Contudo, as empresas de ônibus, encarregadas de implementar o sistema, ainda não se posicionaram sobre o encargo de custear sozinhas o novo modelo. Elas afirmam que estão "conversando com o GDF".

 

Segundo o secretário adjunto de Mobilidade, Dênis Soares, os custos da implementação estão inseridos nos repasses feitos pelo governo. "Em 2016, repassamos R$600 milhões e as empresas receberam dos passageiros cerca de R$600 milhões. Um custo aproximado de R$1,2 bilhão anual". Com aumento das passagens no início do ano, os repasses tiveram um aumento equivalente a 25%.

 

Ainda de acordo com Soares, o governo não pretende flexibilizar o custeio das mudanças. "Não há o que discutir, está previsto no contrato", afirmou. Contudo, o atraso na implementação pode ser flexibilizado. "Todo contrato prevê punições para situações de descumprimento. Mas é preciso avaliar esse não cumprimento, se é cabível a punição. Não basta acontecer um atraso", afirmou.

 

Segundo levantamento da Associação Nacional das Empresas de Transporte Público Urbanos (ANTU), as cidades do país que implementaram a biometria facial gastaram de R$800 a R$1200 por ônibus. O DF possui cerca de 3 mil coletivos em funcionamento.

 

Passe livre

 

Na última semana, a Justiça do DF garantiu o passe livre para estudantes em situação de rua. Como o cadastro para o benefício exige o comprovante de residência, os estudantes sem moradia ficavam desassistidos. Os alunos agora poderão apresentar o endereço dos Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro-Pop). A decisão foi resultado de ação civil pública protocolada pela Defensoria Pública do DF.

 

O DFTrans, responsável pelo cadastro do benefício, afirmou em nota que ainda não foi notificado da decisão judicial. Sendo assim, a regra segue sem prazo para ser implementada.

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