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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 12 de dezembro de 2017

Câmara Legislativa: Cortesias com o chapéu alheio

Câmara Legislativa: Cortesias com o chapéu alheio
O Estado brasileiro é tratado como uma vaca leiteira destinada a amamentar uma infinidade de bezerros, como se os recursos brotassem do chão ou caíssem do céu.
Por Miguel Lucena* - 18/06/2017 - 07:14:04

Sempre que podem, os políticos, em especial, dão sua contribuição para detonar as já combalidas finanças públicas, dinheiro que sai do bolso da população.

 

Conheci na Bahia um senhor que se sujeitou a tomar uma injeção enorme, das que se aplicavam antigamente em malucos, para não entregar o disfarce e se aposentar por doença mental. Depois, foi dirigir táxi e fazer farra com os amigos. Na Rua do Ferreiro, em Princesa, um homem de 50 anos, parente de Cecília Mandaú, passou a foice na mão para conseguir se aposentar pelo Funrural.

 

Semana passada, em Brasília, a Câmara Legislativa, achando pouco o tanto de bolsas que são distribuídas a troco de nada e as verbas de gabinete usadas não se sabe bem como, resolveu incluir no Código Penitenciário do Distrito Federal subsídio para que os presidiários possam frequentar teatro e cinema.

 

Nada nos espanta mais neste País de valores invertidos. O errado se transformou no certo, a minoria manda na maioria, agir como mandam as regras civilizatórias, construídas em cinco mil anos, é visto como esquisito e careta. Normal é ser incivilizado, relativizar a má conduta, desrespeitar o direito alheio e quebrar os tabus, até mesmo aquele que é o primeiro de todos: o incesto.

 

Os deputados nem perguntaram se os assaltantes e estupradores gostam de filme, porque, quando são liberados, eles correm direto para a Toca das Gatas e ocupam o tempo do saidão roubando ou se vingando de seus desafetos.

 

Mais uma vez, fez-se cortesia com o chapéu alheio, para agradar a ideologia que responsabiliza a sociedade pela conduta criminosa do malfeitor.

 

E ainda pedem para que a sociedade faça sacrifícios com vistas a debelar a crise que corrói nossas finanças. Pelo visto, levando-se em conta as gratuidades criadas sucessivamente, crise virou mantra para enganar o povo. 

 

 

*Miguel Lucena é delegado da PCDF e Jornalista

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