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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 23 de setembro de 2017

Como seria um Natal sem hipocrisia?

Como seria um Natal sem hipocrisia?
A pergunta que não quer calar
Por Delmo Menezes/Agenda Capital - 18/12/2016 - 09:57:32

Aproximam-se as datas festivas de fim de ano, época em que as pessoas ficam mais sensíveis, acessíveis, solícitas, com corações quebrantados, mais amáveis, e isso é muito bom. É o espírito natalino que contagia a todos nós.

 

A pergunta que não quer calar. Porque não fazemos isso durante o ano inteiro? Como seria o mundo se as pessoas fossem mais desveladas umas com as outras no decorrer do ano?

 

 

Se o relacionamento depende do esforço humano, imagine um mundo sem acepção de pessoas, com paz entre os povos, relacionamentos sem jactância. Com com certeza a vida individual e coletiva seria muito mais bonita. A nossa visão da existência seria muita mais dilatada, alegre, constante e sem fingimento.

 

Você já parou para pensar como seria o Natal, se não houvesse tanta pobreza no mundo? Se as pessoas pudessem ficar nos seus lares, quem sabe lá no interior do nosso rico Brasil, com uma mesa farta, junto aos seus familiares, sem a necessidade de ter que se deslocar para os grandes centros urbanos a procura de uma roupa para se vestir, ou quem sabe, de um prato de comida para matar a fome, sem ter que montar barracas para chamar atenção dos governantes?

 

Como seria o nosso Brasil se as desigualdades sociais fossem menores, com oportunidades para todos? Onde as riquezas não ficassem apenas nas mãos de poucos, sem utopia ou politicagem? Onde os pequenos empresários pudessem “tocar” seus negócios, com impostos dentro do razoável? Onde o governo desse maior incentivo a agricultura familiar, sem intromissão de falsas lideranças?

 

Você já imaginou um país onde as pessoas tivessem acesso como maior facilidade a saúde pública de qualidade, educação para todos e segurança. Onde as pessoas pudessem sentar na praça ao lado de sua casa sem medo de serem assaltadas?

 

Que bom seria se os líderes religiosos saíssem de dentro dos seus ricos palácios “ostentação”, deixando de lado o discurso demagogo e hipócrita, e fossem atrás das famílias necessitadas, do órfão, da viúva, e levassem não somente o alimento espiritual, mas também o alimento natural? A verdadeira missão se faz primeiro, dentro de nosso próprio território, para depois ganhar o mundo.

 

Seria interessante se nesta época de fim de ano, os políticos deixassem de lado as mensagens natalinas hipócritas, e pensassem melhor em como ajudar os mais necessitados, olhando não somente o interesse próprio ou de um grupo pequeno ao seu redor, mas o interesse coletivo, para que no próximo ano, pudéssemos escrever uma história diferente.

 

E por fim, sem ser o fim, como seria bom se as famílias fossem mais unidas, e se encontrassem com mais frequência, sem ter uma ocasião especial como fim de ano, para estarem mais próximas.

 

Ah! ia me esquecendo dos presentes de Natal. Porque somente no Natal? Como seria interessante se demonstrássemos o amor as pessoas, lembrando-as todos os dias da nossa vida? Na realidade somos manipulados pelo marketing que nos cerca de forma muita intensa nesta época do ano. Não existe data pré-estabelecida para uma demonstração de carinho.

 

Esta época do ano, é o momento ideal para deixarmos de lado a hipocrisia, a arrogância e viver na verdade, sem as máscaras e o fingimento. Pense no seu semelhante, esforce-se para fazer o melhor, não olhando as circunstâncias.

 

Se quisermos um ano novo realmente bom, precisamos ser melhores do que fomos até agora. Os maus hábitos precisam ser eliminados. O que fizemos de bom, precisamos melhorar. Cada um deve analisar sua própria vida para ver o que pode e deve ser mudado!

 

 

 

 

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