Recomende este post!

Fechar

Enviar


1 – Para comentar no portal ContextoExato você poderá informar, além do seu nome completo, um apelido que poderá usar para escrever comentários.

2 – Sempre que comentar no portal ContextoExato você poderá optar por assinar seu comentário com seu nome completo ou com o apelido que escolheu. A publicação do seu e-mail junto com o seu comentário também é opcional.

3 – Serão eliminados do portal ContextoExato os comentários que:

      a - Configurem qualquer tipo de crime de acordo com as leis do país;

      b - Contenham insultos, agressões, ofensas e baixarias;

      c - Reúnam informações (e-mail, endereço, telefone e outras) de natureza nitidamente pessoais do próprio ou de terceiros;

      d - Contenham qualquer tipo de material publicitário ou de merchandising, pessoal ou em benefício de terceiros.

      e – Configurem qualquer tipo de cyberbulling.

4 – A publicação de comentários será permanentemente bloqueada aos usuários que:

      a - Insistirem no envio de comentários com insultos, agressões, ofensas e baixarias;

Avisos:
 

1 – No porta ContextoExato, respeitadas as regras, é livre o debate dos assuntos aqui postados. Pede-se, apenas, que o espaço dos comentários não sirva para bate-papo sobre assuntos de caráter pessoal ou estranhos ao blog;

2 – Ao postarem suas mensagens, os comentaristas autorizam o titular do blog a reproduzi-los em qualquer outro meio de comunicação, dando os créditos devidos ao autor;

3 – A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica.

  • Fechar Enviar

Brasil, Brasília - Distrito Federal, 23 de novembro de 2017

CPI quer moer JBS e triturar Lava Jato

CPI quer moer JBS e triturar Lava Jato
Há quem veja, no horizonte, um claro risco de crise institucional
Por Helena Chagas-Os Divergentes - 13/09/2017 - 00:38:29

CPI a gente sabe como começa, não como termina – dizia sempre o correto e admirável senador Pedro Simon, naqueles tempos em que o Legislativo ainda desfrutava de um resto de credibilidade junto à opinião pública. É claro que já havia bandalheira, e muita, nas convocações e votações, inclusive em CPIs. Mas ainda se guardava algum pudor – diferentemente do que ocorre hoje, ao menos procuravam disfarçar e esconder comportamentos reprováveis.

 

Imagine-se agora, quando a gente já sabe como as coisas estão começando, e quando já começam mal. A recém-criada CPMI da JBS é o mais recente exemplo.

 

Formada por requerimento do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), e tendo muito provavelmente o deputado eduardista Carlos Marun como relator, a comissão tem basicamente um objetivo: moer a JBS dos irmãos Batista, a ponto de a delação de Joesley e seus compadres ser eliminada da face da terra, e triturar a Lava Jato.

 

O principal beneficiário seria o presidente da República – que esteve longamente com Ataídes no fim de semana e é um dos incentivadores da CPI – mas a estratégia une todos os parlamentares que foram, são ou serão alvo da Lava Jato. Afinal, precisam reduzir a pó a delação de Joesley. O próprio Michel Temer, inclusive, tem força hoje para enterrar denúncias no plenário da Câmara. Mas se verá diante da Justiça daqui a pouco mais de um ano, quando deixar o cargo. Até lá, tem que fazer apodrecer depoimentos e eventuais provas deles originadas.

 

Por isso, os integrantes da CPMI estão sendo escolhidos a dedo entre os mais fiéis governistas e os maiores adversários da Lava Jato. E, a partir desta terça, vai valer tudo: convocação (e intimidação) dos delatores, dos procuradores e, se deixarem, até do ministro do STF Edson Fachin.

 

Há quem veja, no horizonte, um claro risco de crise institucional.

 

 

Compartilhe:
Compartilhe!

0

Deixe aqui seu comentário

Preencha os campos abaixo:

Mais notícias acesse

ContextoExato

Mais notícias acesse

ContextoExato