Recomende este post!

Fechar

Enviar


1 – Para comentar no portal ContextoExato você poderá informar, além do seu nome completo, um apelido que poderá usar para escrever comentários.

2 – Sempre que comentar no portal ContextoExato você poderá optar por assinar seu comentário com seu nome completo ou com o apelido que escolheu. A publicação do seu e-mail junto com o seu comentário também é opcional.

3 – Serão eliminados do portal ContextoExato os comentários que:

      a - Configurem qualquer tipo de crime de acordo com as leis do país;

      b - Contenham insultos, agressões, ofensas e baixarias;

      c - Reúnam informações (e-mail, endereço, telefone e outras) de natureza nitidamente pessoais do próprio ou de terceiros;

      d - Contenham qualquer tipo de material publicitário ou de merchandising, pessoal ou em benefício de terceiros.

      e – Configurem qualquer tipo de cyberbulling.

4 – A publicação de comentários será permanentemente bloqueada aos usuários que:

      a - Insistirem no envio de comentários com insultos, agressões, ofensas e baixarias;

Avisos:
 

1 – No porta ContextoExato, respeitadas as regras, é livre o debate dos assuntos aqui postados. Pede-se, apenas, que o espaço dos comentários não sirva para bate-papo sobre assuntos de caráter pessoal ou estranhos ao blog;

2 – Ao postarem suas mensagens, os comentaristas autorizam o titular do blog a reproduzi-los em qualquer outro meio de comunicação, dando os créditos devidos ao autor;

3 – A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica.

  • Fechar Enviar

Brasil, Brasília - Distrito Federal, 21 de setembro de 2017

CPI quer moer JBS e triturar Lava Jato

CPI quer moer JBS e triturar Lava Jato
Há quem veja, no horizonte, um claro risco de crise institucional
Por Helena Chagas-Os Divergentes - 13/09/2017 - 00:38:29

CPI a gente sabe como começa, não como termina – dizia sempre o correto e admirável senador Pedro Simon, naqueles tempos em que o Legislativo ainda desfrutava de um resto de credibilidade junto à opinião pública. É claro que já havia bandalheira, e muita, nas convocações e votações, inclusive em CPIs. Mas ainda se guardava algum pudor – diferentemente do que ocorre hoje, ao menos procuravam disfarçar e esconder comportamentos reprováveis.

 

Imagine-se agora, quando a gente já sabe como as coisas estão começando, e quando já começam mal. A recém-criada CPMI da JBS é o mais recente exemplo.

 

Formada por requerimento do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), e tendo muito provavelmente o deputado eduardista Carlos Marun como relator, a comissão tem basicamente um objetivo: moer a JBS dos irmãos Batista, a ponto de a delação de Joesley e seus compadres ser eliminada da face da terra, e triturar a Lava Jato.

 

O principal beneficiário seria o presidente da República – que esteve longamente com Ataídes no fim de semana e é um dos incentivadores da CPI – mas a estratégia une todos os parlamentares que foram, são ou serão alvo da Lava Jato. Afinal, precisam reduzir a pó a delação de Joesley. O próprio Michel Temer, inclusive, tem força hoje para enterrar denúncias no plenário da Câmara. Mas se verá diante da Justiça daqui a pouco mais de um ano, quando deixar o cargo. Até lá, tem que fazer apodrecer depoimentos e eventuais provas deles originadas.

 

Por isso, os integrantes da CPMI estão sendo escolhidos a dedo entre os mais fiéis governistas e os maiores adversários da Lava Jato. E, a partir desta terça, vai valer tudo: convocação (e intimidação) dos delatores, dos procuradores e, se deixarem, até do ministro do STF Edson Fachin.

 

Há quem veja, no horizonte, um claro risco de crise institucional.

 

 

Deixe aqui seu comentário

Preencha os campos abaixo: