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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 21 de setembro de 2017

Debate sobre previdência é insuficiente, mas melhor que pressa na votação

Debate sobre previdência é insuficiente, mas melhor que pressa na votação
Ao limitar o debate público com empresários o governo também dá uma demonstração de que ainda não entendeu que os tempos mudaram
Por Helio Doyle/Foto: Correio Braziliense - 12/09/2017 - 11:36:09

A decisão da Justiça impedindo a votação das mudanças na previdência teve um mérito: abriu o debate sobre o assunto, ainda que não na dimensão desejável. Ontem o governador e sua equipe explicaram o projeto a representantes do setor empresarial e hoje o mesmo grupo está ouvindo o presidente da Câmara, Joe Valle. A imprensa, em diferentes níveis de qualidade e quantidade, está falando mais do assunto. Os sindicatos de servidores estão tendo tempo para se manifestarem.

 

Não é, certamente, o debate que o governo deveria ter aberto desde que resolveu enviar o projeto à Câmara Legislativa. Antes de ter sua forma final, o texto poderia ter sido discutido com os distritais da base governista, com os sindicatos (de servidores ou não), com os empresários e outros segmentos da sociedade. O próprio governador, em suas falas, tem mostrado que o projeto não interessa apenas aos servidores distritais, mas a toda a população.

 

A pior alternativa, de enviar o projeto sem discussão e exigindo celeridade na aprovação, havia sido, mais uma vez, a escolhida pelo governo. É um método típico das velhas práticas políticas, que recomendam pegar os parlamentares de surpresa e forçá-los a aprovar a proposta, geralmente sob pena de retaliações. E, principalmente, sem dar tempo para contestações ou mobilizações.

 

Ao limitar o debate público com empresários o governo também dá uma demonstração de que ainda não entendeu que os tempos mudaram. O equivocadamente e comodisticamente chamado “setor produtivo” — como se trabalhadores, artistas, intelectuais e profissionais liberais fossem improdutivos — é fundamental e deve sempre ser ouvido, mas não com exclusividade.

  • Maria do Livramento Albuquerque - 12/09/2017

    Deve ser bom ser governador e secretário de governo, pois o Sr. Rolemberg brigou e pisou em cima de tanta gente para conseguir o cargo, e agora não consegue resolver os problemas. Acho que deveria pensar em renunciar e deixar alguém que consiga resolver. Quando votamos nele foi porque na campanha disse que Brasília tinha solução sem causar tantos danos a população. Elegemos ele por 4 anos com bom salário, carros, segurança, helicópteros, poder de nomear secretários e muitos, muitos, muitos, comissionados e agora vem com essa história de acabar com o servidor público. Ele deveria ir no Senado onde entrou sem concurso e renunciar sua aposentadoria. Acho que já seria um bom exemplo. Deve achar que todo mundo é otário.

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