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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 21 de julho de 2017

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Denunciada na Operação Genebra volta à prisão

Denunciada na Operação Genebra volta à prisão
Os promotores de Justiça Luís Henrique Ishihara e Marcel Bernardi Marques cumpriram ontem o mandado de prisão no Rio de Janeiro.
Por Ana Maria Campos-Correio Braziliense - 16/07/2017 - 10:13:17

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) deflagrou ontem a terceira fase da Operação Genebra com a prisão, no Rio de Janeiro, de uma ex-dirigente da filial de Petrópolis da Cruz Vermelha envolvida no contrato da Secretaria de Saúde, de 2010, considerado irregular, de gestão de duas UPAs. Denunciada pelos crimes de dispensa ilegal de licitação, falsificação de documento público, peculato e lavagem de dinheiro, Tatty Anna Kroker foi detida na primeira fase da operação, com outros dois dirigentes da entidade, mas havia conseguido converter o mandado de prisão preventiva em domiciliar, com o argumento de que precisava cuidar do filho de 10 anos. Mas uma investigação do MPDFT, em parceria com o Grupo de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) de Belo Horizonte apontou que além da avó, a criança poderia permanecer com outros dois parentes. Dessa forma, a 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do DF confirmou a prisão preventiva. Os promotores de Justiça Luís Henrique Ishihara e Marcel Bernardi Marques cumpriram ontem o mandado de prisão no Rio de Janeiro. Tatty Anna Kroker permanecerá no presídio da Colmeia. Segundo o Ministério Público, o contrato provocou um prejuízo de R$ 9 milhões em valores atualizados. 

 

MP de Contas quer a indisponibilidade de bens por superfaturamento no Mané Garrincha

 

Na primeira fase do julgamento da auditoria do Tribunal de Contas do DF sobre a obra do estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, os políticos ficaram de fora. Mas, em parecer na segunda auditoria a ser analisada pelos conselheiros, o Ministério Público de Contas propõe a decretação da indisponibilidade dos bens dos ex-governadores José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz, do ex-vice-governador Tadeu Filippelli e do ex-secretário da Copa Cláudio Monteiro, todos investigados na Operação Panatenaico, deflagrada em maio pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. O limite da indisponibilidade dos bens, segundo manifestação do procurador Demóstenes Tres Albuquerque, deve ser por um ano e equiparado ao valor do prejuízo apontado nesta segunda etapa da auditoria: R$ 291 milhões. Nesse processo, está em discussão a execução das obras no período de julho de 2011 a dezembro de 2012. Os técnicos do TCDF apontaram superfaturamento por sobrepreço ou por prorrogação injustificada do prazo contratual. O Ministério Público de Contas pede também que as provas levantadas na investigação da Panatenaico sejam compartilhadas com o Tribunal de Contas, para que a fiscalização possa cobrar dos envolvidos os recursos que teriam sido desviados. A responsabilização pode acarretar também a inelegibilidade.

 

Pedido para aumentar a lista de responsáveis

 

No parecer, o procurador Demóstenes Tres Albuquerque pede que o Tribunal de Contas inclua as autoridades públicas citadas nas delações da Andrade Gutierrez na lista de responsáveis pelos desvios e não apenas os gestores públicos, como ex-dirigentes da Novacap e da Terracap. Dessa forma, além de Arruda, Agnelo, Filippelli e Cláudio Monteiro, o Ministério Público de Contas pede também uma apuração sobre a suposta participação do deputado e ex-governador Rogério Rosso (PSD-DF) e ex-chefe da Coordenadoria de Planejamento e Modernização da Terracap André Luís Carvalho da Motta e Silva. Todos os pedidos do procurador precisam passar pelo crivo do plenário do Tribunal de Contas do DF. O conselheiro Manoel de Andrade é o relator.

 

Enquanto isso... Na sala de Justiça 

 

O Tribunal de Contas do DF marcou para primeiro de agosto, às 10 horas, sessão especial para apreciar as contas do primeiro ano do governo de Rodrigo Rollemberg. Estará em discussão a execução do orçamento e dos programas da administração no exercício de 2015. Foi o período de maior aperto da atual gestão, quando foram iniciadas as primeiras medidas de corte de gastos. O relator é o conselheiro Paiva Martins.

 

Mandou bem 

 

Em tempos de temperaturas de até 2 graus, um grupo de voluntários começou a confeccionar casinhas de papelão e distribuiu em diversos pontos do DF, como praças e paradas de ônibus para aquecer cães de rua.

 

Mandou mal 

 

O deputado Jean Wyllis (PSol-RJ) acusa o juiz Sérgio Moro de preconceito por ter condenado Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão devido ao número de dedos que o ex-presidente tem nas mãos.

 

A pergunta que não quer calar….

 

O plenário da Câmara dos Deputados vai seguir a tendência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e rejeitar a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer? E as outras que estão por vir?

 

Só papos

 

“A presente condenação não traz a este julgador qualquer satisfação pessoal, pelo contrário. É de todo lamentável que um ex-presidente da República seja condenado criminalmente, mas a causa disso são os crimes por ele praticados e a culpa não é da regular aplicação da lei

 

Juiz Sérgio Moro, na sentença de condenação de Lula a nove anos e meio de prisão

 

Condenação de Lula é a certeza dos golpistas de que não têm chance nas urnas, por isso precisam ganhar no tapetão, na farsa jurídica”

 

Deputada Érika Kokay (PT-DF), presidente regional do PT 

 

Boa sorte ao concorrente

 

Sobre a candidatura do delegado Miguel Lucena a um mandato na Câmara Federal, o deputado Laerte Bessa (PR-DF) disse ontem à coluna: “Desejo boa sorte”. Os dois vão disputar o mesmo eleitorado, os policiais civis, com discurso de oposição ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Lucena vai se filiar ao PTB em 15 de agosto, a convite do presidente regional do partido, Alírio Neto. 

 

 

À QUEIMA-ROUPA 

 

 

Clayton Avelar

 

Presidente do Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural e pré-candidato ao GDF pelo PSol

 

"Não gostaria de alianças com partidos envolvidos em corrupção ou golpistas"

 

O PSol terá candidato a governador nas próximas eleições?

Sim. Candidato ou candidata. Isso já está definido por consenso pela executiva do partido.

 

Como será definido o candidato ou a candidata?

A executiva tirou uma comissão para definir processos, prazos e métodos. E essa comissão vai tirar uma proposta e vai levar para a executiva e o diretório. Mas há uma compreensão de que precisamos fazer o quanto antes. 

 

Qual vai ser o discurso do PSol em 2018?

Vamos mostrar o histórico do candidato e do partido. O Distrito Federal terá duas opções: ou vota na candidatura do PSol ou nos mesmos nomes de sempre. A pesquisa que o Correio mostrou na semana passada que a população quer uma inovação na política.

 

Você pretende concorrer?

A minha decisão pessoal de inscrever a minha pré-candidatura ocorreu depois que o Toninho demonstrou que pretende concorrer a deputado distrital e a Maninha, a federal. São as duas principais figuras do partido. Por isso, acabei me inscrevendo como pré-candidato. 

 

Por que essa candidatura representaria uma novidade?

O DF precisa de uma verdadeira revolução na política, de métodos, de prioridade. As pessoas estão cansadas de se decepcionar com quem se apresenta como alterativa e se envolve em corrupção. Ou, como o atual governo, que critica o apagão da gestão anterior, mas se afunda num outro apagão elevado à enésima potência. Ou outros que criticam o governo Rollemberg e apoiam Temer. 

 

Mas o fato de o PSol criticar condenação do juiz Sérgio Moro ao ex-presidente Lula não iguala o partido a um grupo que esteve no poder e tem envolvimento em corrupção?

Não. Quando Lula e Dilma governaram, o PSol era oposição. O governo Dilma era horroroso. Mas há dois erros gigantescos em relação ao Lula. Primeiro, dos que o idolatram. Ele foi um ideólogo da composição com o PMDB e quem compõe com o PMDB tem de ficar no purgatório por muitos anos. E esse ódio cego de achar que tudo o que ele faz é errado também não é aceitável. Sentimentos como ódio e idolatria não cabem na política.

 

Seria possível uma aliança com Rollemberg?

No que me diz respeito, não gostaria de alianças com partidos envolvidos em corrupção ou golpistas. O PSB está enquadrado nos dois critérios. Não o governador, mas o PSB compôs com o governo Temer e participou do espetáculo grotesco da votação do impeachment. Lamento muito. Sou professor de história. Sei bem o papel que cumpriu Miguel Arraes. Mas esse PSB atual não estaria na nossa posição. Com certeza, não vai sobrar muita gente, admito.

 

Mas e o próprio Rollemberg? Dá para apoiar?

Impossível, pelo partido e pelo governo dele. Imagine a minha situação. Sou sindicalista. Estamos levando calote e ainda apresentamos denúncia, porque ele contingenciou a verba da assistência social.

 

 

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