Recomende este post!

Fechar

Enviar


Regras do Blog Edson Sombra

1 – Para comentar no Blog do Edson Sombra você poderá informar, além do seu nome completo, um apelido que poderá usar para escrever comentários.

2 – Sempre que comentar no Blog do Edson Sombra você poderá optar por assinar seu comentário com seu nome completo ou com o apelido que escolheu. A publicação do seu e-mail junto com o seu comentário também é opcional.

3 – Serão eliminados do Blog Edson Sombra os comentários que:

      a - Configurem qualquer tipo de crime de acordo com as leis do país;

      b - Contenham insultos, agressões, ofensas e baixarias;

      c - Reúnam informações (e-mail, endereço, telefone e outras) de natureza nitidamente pessoais do próprio ou de terceiros;

      d - Contenham qualquer tipo de material publicitário ou de merchandising, pessoal ou em benefício de terceiros.

      e – Configurem qualquer tipo de cyberbulling.

4 – A publicação de comentários será permanentemente bloqueada aos usuários que:

      a - Insistirem no envio de comentários com insultos, agressões, ofensas e baixarias;

Avisos:
 

1 – No Blog do Edson Sombra, respeitadas as regras, é livre o debate dos assuntos aqui postados. Pede-se, apenas, que o espaço dos comentários não sirva para bate-papo sobre assuntos de caráter pessoal ou estranhos ao blog;

2 – Ao postarem suas mensagens, os comentaristas autorizam o titular do blog a reproduzi-los em qualquer outro meio de comunicação, dando os créditos devidos ao autor;

3 – A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica.

  • Fechar Enviar

Brasil, Brasília - Distrito Federal, 21 de julho de 2017

cartao-brb

Em delação, Joesley cita pedidos de propina de Temer desde 2010

Em delação, Joesley cita pedidos de propina de Temer desde 2010
À época, o empresário teria atendido o primeiro pedido do presidente: pagamento de R$ 3 milhões para campanha
Por Douglas Carvalho-Metrópoles/Youtube - 19/05/2017 - 12:50:34

O empresário Joesley Batista, do grupo JBS, detalhou a relação que mantinha com o presidente Michel Temer (PMDB) em sua delação premiada. Ele contou que se reuniu com o chefe do Executivo nacional mais de 20 vezes desde que se conheceram, em 2010. À época, Joesley teria atendido o primeiro pedido de Temer: R$ 3 milhões em propina, sendo R$ 1 milhão em doação e R$ 2 milhões à empresa Pública Comunicações, por meio de duas notas fiscais.

 

As informações constam do Anexo 9 do material produzido pela Procuradoria-Geral da República (PGR), intitulado “Fatos diretamente corroborados por elementos especiais de prova Michel Temer”. O documento, divulgado pelo portal O Antagonista, embasou a autorização para abertura de inquérito contra o peemedebista pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

 

No anexo, Joesley afirmou que conheceu Temer por meio do ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi, em abril ou maio de 2010. Em agosto e setembro daquele ano, houve o segundo pedido do peemedebista: outra propina, de R$ 240 mil, à empresa Ilha Produções.

 

Após a saída de Rossi do ministério, Temer teria pedido a Joesley que pagasse a ele “mensalinho” de R$ 100 mil. Segundo o empresário, os pagamentos ocorreram por cerca de um ano. Na campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2012, Temer teria voltado a solicitar dinheiro: R$ 3 milhões para Gabriel Chalita, à época do PMDB. Os valores foram pagos por meio de caixa 2, mediante diversas notas fiscais. Todas estão anexadas à delação.

O relacionamento entre o dono da JBS e Temer estreitou. Pouco antes de o peemedebista assumir a Presidência da República, ele procurou Joesley e pediu R$ 300 mil para pagamento de despesas de marketing político pela internet. Ainda segundo o documento, no ano passado, quando Temer assumiu a Presidência, o ex-ministro Geddel Vieira Lima teria sido escolhido o novo interlocutor entre os dois. Por meio dele, Joesley enviava pedidos ao chefe do Executivo nacional para ele intervir no BNDES, a fim de que o banco não vetasse a mudança da sede da JBS para o exterior.

 

Ainda por este canal, Geddel buscava atualização constante sobre a situação do ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o operador financeiro Lucio Funaro — que estão presos —, sabendo que o empresário provia o sustento de ambos. Segundo a delação, Geddel temia que os dois passassem a colaborar com a força-tarefa da Lava Jato. “E o passarinho? Está calmo?”, era como o ex-ministro perguntava sobre Cunha e Funaro.

 

Quando Geddel caiu, Joesley precisou substituir seu interlocutor junto a Michel Temer. Então, contatou o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). O parlamentar marcou o encontro entre o empresário e o presidente em 7 de março, quando o chefe do Executivo foi gravado.

 

Cade

Em 16 de março, Joesley e Rocha Loures, de acordo com a delação, teriam se encontrado em Brasília. Na ocasião, o empresário disse que pediu ao deputado interceder junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), pois uma das empresas controladas pelo grupo precisava de liminar para afastar o monopólio da Petrobras do fornecimento de gás de uma termelétrica.

 

De acordo com a delação, Joesley contou que prometeu, caso a liminar fosse concedida, “abrir planilha”, creditando em favor de Temer 5% desse lucro. Rocha Loures, então, teria aceitado.

 

O empresário ofereceu ainda lançar mais créditos na planilha à medida que outros pedidos junto a Temer fossem bem-sucedidos em negócios, entre eles o destravamento das compensações de crédito de PIS/Cofins com débitos de INSS.

  • Oclécio Aires da Fonsêca - 19/05/2017

    Esse bandido que mamou nas tetas do Governo PT por 14 anos, transformou sua Empresa em um Império agora quer levar todos para o mar de lama que é esse País, mas temos que diferenciar as coisas. Tenho certeza que o PT está por trás dessas gravações pelo fato do impeachment da Dilma. Muda Brasil Corrupto, que fique bem claro que não estou defendendo o Temer.

Deixe aqui seu comentário

Preencha os campos abaixo: