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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 22 de janeiro de 2017

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    Entrevista: Joe Valle secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos

    À Queima-roupa

    Por Ana maria campos - correio braziliense - 10/07/2016 - 19:53:42

    Depois de apenas nove meses no governo numa pasta considerada uma supersecretaria, você decidiu retornar ao mandato na Câmara Legislativa. Por que essa decisão?

    Desde quando fui para o governo, tinha colocado que fui eleito para ser legislador, para ser deputado. Num acordo com o governador, fomos ajudar o governo num momento de muita necessidade para fazer a fusão de três secretarias muito importantes. Cumprimos a nossa missão. As sementes estão todas germinadas e agora alguém precisa cuidar delas. Terminou esse momento da minha vida.

     

    Deu para fazer algo com esta alegada falta de recursos por parte do governo?

    Lógico que me concentrei muito na organização da secretaria que é o pecado mortal da gestão dos principais governos. Trabalhamos em linhas estruturantes. Montamos um planejamento estratégico, da base para o topo, fizemos o processo da qualificação corporativa, para formar as pessoas, para resgatar a auto-estima, trabalhamos equipando a secretaria a partir de recursos públicos federais com uma nova frota e iniciamos todo o processo de contratação para dar manutenção nos próprios que são muitos.

     

    A sua expectativa é de que o seu sucessor seja alguém alinhado à sua atuação política?

    Lógico. Os partidos que participam do governo têm sempre que visar formar quadros na parte de gestão pública. Então, temos certeza absoluta que, pelo bom senso do governador Rodrigo Rollemberg, esse alinhamento será completo, até porque você não amadurece um sistema de gestão em nove meses, nem em um ano, nem em dois. Há necessidade que se dê continuidade. 

     

    Existe uma cobiça grande dos deputados para indicar alguém para a secretaria?

    Acho que se há cobiça precisa ser repensada porque a secretaria é extremamente demandada por pessoas de vulnerabilidade num momento que não se tem recursos. O desgaste é muito grande, excessivo, porque você está sempre reagindo. Preparamos um quadro para começar a proagir. Temos pessoas passando fome, muitos desempregados...

     

    Você vai deixar um cargo com visibilidade grande. Vai gerar uma disputa na base do Rollemberg?

    Essa é uma questão para o governador decidir, logicamente dentro das necessidades dele. O PDT é um partido da base, tem sempre ajudado desde o primeiro momento, tem quadros capacitados para fazer esse processo. Acredito que uma ruptura de gestão partidária traria muitos prejuízos para o governo.

     

    Volta para disputar a Presidência da Câmara Legislativa?

    Neste momento, não passa pela minha ideia. Estou muito voltado a trabalhar por uma política distrital de assistência social, retomar o mandato que sempre foi muito participativo. Voltar também à fiscalização da saúde e representar a questão ambiental e a área rural.

     

    Acredita que ainda é possível aprovar a emenda da reeleição em segundo turno?

    Pelo que tenho visto na política, tudo é possível, não que eu aceite isso. Desde que entrei na Câmara, todo mundo sabe sou contra. Votei contra e vou continuar votando contra. Acho que a Celina fez um bom trabalho na presidência, é uma boa deputada, mas precisamos de renovação.

     

    Sua ideia de não disputar pode mudar?

    Você nunca pode dizer não a nada na política porque o projeto é coletivo. Mas essa não é a minha pretensão.

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