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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 26 de setembro de 2017

O dinheiro do crime. O choro e o ranger de dentes

O dinheiro do crime. O choro e o ranger de dentes
Vive-se uma grande euforia com o dinheiro sujo, inventam-se berço de ouro e acertos na loteria
Por Raymundo Duarte - 19/12/2016 - 17:27:01

Diante da crise que se abateu sobre o Brasil, após anos de farra com o dinheiro público, as chamadas classes produtivas desenvolveram uma nova mania: chorar em público.

 

A recessão – retração do consumo, queda nas vendas e redução da produção industrial – leva ao desemprego e o círculo vicioso se estabelece. Curiosamente, os preços não caem.

 

Interessante notar que a crise se estabelece logo após a descoberta de desvios monumentais de recursos públicos.

 

Quando uma investigação detona algum esquema muito forte, estabelece-se a crise e se iniciam o choro e o ranger de dentes.

 

O segredo que nenhum dos chorões revela é que a movimentação das mercadorias se dá em grande medida com o dinheiro sujo que circula no mercado, onde é esquentado pelos diversos grupos criminosos organizados.

 

Assim, do dia para a noite, quem não tinha dinheiro nem para a cachaça começa a beber vinhos caros, frequentar restaurantes de luxo, adquirir carrões, imóveis e pontos comerciais.

 

Vive-se uma grande euforia com o dinheiro sujo, inventam-se berço de ouro e acertos na loteria.

 

Muitos restaurantes e lojas vivem às moscas, mas o balanço do final do mês é surpreendente. É a lavagem de dinheiro criando novos ricos.

 

E a festa prossegue até que aparece uma investigação e faz a tristeza baixar sobre os lares que viviam nababescamente. Fica visível a depressão no semblante dos contumazes vendedores de ilusões.

 

O crime organizado movimenta em todo o mundo de 2% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) global, um volume de recursos que pode ser estimado em cerca de US$ 2 trilhões, sendo que US$ 1 trilhão está diretamente associado à corrupção, segundo o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) para o Brasil e Cone Sul. O narcotráfico é responsável por um montante que varia entre US$ 300 bilhões e US$ 400 bilhões, sendo que esse mesmo valor é associado ao tráfico de armas. Sendo assim, o crime organizado no país movimenta recursos que variam entre 2% e 5% do PIB nacional.

 

Dias antes de explodir a Caixa de Pandora, circulavam diariamente em Brasília R$ 12 milhões em dinheiro paralelo. Em seguida, o que se viu foi a depressão profunda, estabelecendo-se uma situação de caos. Tudo por causa da grana que parou de movimentar parte da atividade produtiva.

 

O mesmo está ocorrendo com o Mensalão e o Petrolão, até que surja outro esquema que faça a alegria do povo.

  • Eneila - 20/12/2016

    Esse artigo deve ter deixado muita gente de Brasília com a pulga atrás da orelha.

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