Recomende este post!

Fechar

Enviar


Regras do Blog Edson Sombra

1 – Para comentar no Blog do Edson Sombra você poderá informar, além do seu nome completo, um apelido que poderá usar para escrever comentários.

2 – Sempre que comentar no Blog do Edson Sombra você poderá optar por assinar seu comentário com seu nome completo ou com o apelido que escolheu. A publicação do seu e-mail junto com o seu comentário também é opcional.

3 – Serão eliminados do Blog Edson Sombra os comentários que:

      a - Configurem qualquer tipo de crime de acordo com as leis do país;

      b - Contenham insultos, agressões, ofensas e baixarias;

      c - Reúnam informações (e-mail, endereço, telefone e outras) de natureza nitidamente pessoais do próprio ou de terceiros;

      d - Contenham qualquer tipo de material publicitário ou de merchandising, pessoal ou em benefício de terceiros.

      e – Configurem qualquer tipo de cyberbulling.

4 – A publicação de comentários será permanentemente bloqueada aos usuários que:

      a - Insistirem no envio de comentários com insultos, agressões, ofensas e baixarias;

Avisos:
 

1 – No Blog do Edson Sombra, respeitadas as regras, é livre o debate dos assuntos aqui postados. Pede-se, apenas, que o espaço dos comentários não sirva para bate-papo sobre assuntos de caráter pessoal ou estranhos ao blog;

2 – Ao postarem suas mensagens, os comentaristas autorizam o titular do blog a reproduzi-los em qualquer outro meio de comunicação, dando os créditos devidos ao autor;

3 – A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica.

  • Fechar Enviar

Brasil, Brasília - Distrito Federal, 23 de maio de 2017

cartao-brb

O Mensalão do ‘Caranguejo’ Eduardo Cunha

O Mensalão do ‘Caranguejo’ Eduardo Cunha
Delator da Odebrecht revela que propina total de R$ 19,7 milhões a ex-presidente da Câmara, preso na Lava Jato, foi repassada em 36 parcelas mensais de R$ 542 mil, entre 2011 e 2014, por suposta influência do peemedebista na liberação de recursos do FI-FGTS para obras do Porto Maravilha, no Rio
Por Luiz Vassallo, Julia Affonso e Ricardo Brandt - O Estado de São Paulo - 20/04/2017 - 12:56:33

O ex-presidente da Odebrecht infraestrutura Benedicto Junior confessou, em delação premiada, que a empreiteira pagou R$ 19,7 milhões ao ex-deputado Eduardo Cunha para que o peemedebista exercesse influência sobre a liberação de recursos do FI-FGTS para obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Os pagamentos teriam sido feitos por meio de 36 parcelas de R$ 542 mil cada pagas entre 2011 e 2014.

 

A delação da Odebrecht é a terceira que aponta para esquemas de corrupção envolvendo Eduardo Cunha na Caixa Econômica Federal. o empresário Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, entregou ao Ministério Público Federal investigadores uma tabela que aponta 22 depósitos somando US$ 4.680.297,05, também correspondentes ao Porto Maravilha. O ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto, homem forte de Cunha dentro da instituição financeira, também relatou que o peemedebista cobrava comissões variáveis de 0,3%, 0,5% ou até mais de 1% dos repasses feitos pelo Fundo. Somente na região portuária do Rio, segundo delatores, Cunha teria cobrado 1,5% do valor total do Certificados de Potencial de Área Construtiva (CEPAC), que correspondia a R$ 52 milhões.

 

O delator da Odebrecht Beneticto Júnior afirma ter se reunido em 2011 com Eduardo Cunha, no escritório político do então deputado federal, onde o próprio peemedebista teria pedido propinas referentes às liberações da Caixa Econômica Federal. Os valores exigidos pelo parlamentar foram discutidos em reunião entre as empresas integrantes Concessionária do porto Maravilha – OAS, Odebrecht e Carioca Engenharia.

 

De acordo com o delator, teria ficado claro que ‘a partir dos pagamentos concretizados haveria apoio do deputado Eduardo Cunha para eventuais liberações futuras do FI-FGTS para o Porto Maravilha’.

 

“Durante a aprovação de novo aporte para o Porto Maravilha em novembro de 2014, Fábio Cleto criou algum embaraço no andamento do processo e eu automaticamente questionei Leo Pinheiro da OAS (via WhatsApp) se ele havia acionado o Deputado Federal Eduardo Cunha e ele me afirmou que sim e o mesmo iria falar com Fábio Cleto ao final de semana”, afirmou o ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior.

 

Eduardo Cunha nem precisava receber uma senha do departamento de propinas da Odebrecht, segundo delatores, já que a empreiteira e o peemedebista se utilizavam dos serviços do mesmo doleiro: Álvaro José Novis. Somente a construtora teria pago 36 parcelas de R$ 542 mil ao peemedebista. No sistema Drousys, utilizado pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht para controlar o pagamento de vantagens indevidas, Eduardo Cunha tinha o apelido de “caranguejo”.

 

COM A PALAVRA, A DEFESA DE EDUARDO CUNHA

A reportagem entrou em contato com a defesa de Eduardo Cunha, mas não obteve resposta. O espaço está aberto para manifestação.

Deixe aqui seu comentário

Preencha os campos abaixo: