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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 23 de novembro de 2017

Para tentar fugir da Cassação, Sandra Faraj desqualifica acusadores

Para tentar fugir da Cassação, Sandra Faraj desqualifica acusadores
Desqualificar testemunha e denunciantes não é sinônimo de verdade. É sinal evidente de tentar ficar impune.
Donny Silva - 20/03/2017 - 08:57:58

A deputada distrital Sandra Faraj (SD) ficou em silêncio por um bom tempo. Neste domingo, resolveu falar através de grande veículo de comunicação. Atacou seu ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, e novamente tentou desqualificar o empresário e ex-assessor Filipe Nogueira.

 

O interessante é que somente agora, a CLDF disponibilizou vídeo em que aparece Manoel Carneiro entrando na Câmara Legislativa em outubro de 2016. Ao contrário do que agora diz a distrital envolvida em denúncias, Carneiro não arrombou o gabinete da parlamentar. Ele tinha chave e crachá. Chamou um chaveiro porque simplesmente ocorreu um problema na fechadura.

 

A tentativa frustrante e desesperadora da pastora e deputada Sandra Faraj de tentar desqualificar testemunhas e acusadores, não passa de uma tática para tentar evitar a cassação.

 

Ao invés de fazer inalações conspiratórias, por quê a distrital não apresentou até agora os comprovantes de pagamentos feitos à NetPub? Ou por quê não relata em detalhes, quando e onde pagou ao empresário Filipe Nogueira o valor devido referente aos serviços prestados?

 

Sandra tem que explicar muitas outras questões, como por exemplo, a demissão de uma comissionada grávida, a obrigatoriedade de servidores comissionados do gabinete da distrital e da SEJUS (controlada por ela) para que participem (e paguem pela alimentação e até a camiseta) dos eventos da Oscip SIM Para a Família, reuniões com o advogado Tiago Cedraz no Lago Sul, a publicidade da CLDF para o programa de televisão da igreja Ministério da Fé e Rádio Fé FM, entre outras.

 

Desqualificar testemunha e denunciantes não é sinônimo de verdade. É sinal evidente de tentar ficar impune.

 

Por outro lado, enriquecimento ilícito é crime. Se apropriar de dinheiro de verba indenizatória é algo terrível. Uma ampla investigação se faz necessária, a começar pela origem dos R$150 mil em espécie guardados em casa, declarados pela distrital.

 

Num passado recente, a CLDF foi alvo de várias denúncias e distritais foram cassados ou renunciaram. Diante dos fatos, como por exemplo, exigir notas fiscais antecipadas e carimbadas com “recebido”, e uma vez tendo recebido os valores e não tendo feito os repasses à empresa NetPub, e ainda com a decisão judicial proferida na semana passada que deu um prazo de três dias para que a distrital pagasse o devido à NetPub, o melhor para a atual e nova Mesa Diretora da Câmara Legislativa do DF é dar prosseguimento ao processo de cassação de Sandra Faraj por quebra do decoro parlamentar.

 

Ou então que a distrital renuncie ao mandato, porque a cada semana surgem novos fatos contra a distrital que envolvem seu mandato e atingem a igreja do irmão, apóstolo Fadi Faraj, que segundo informações, desconhecia o que a irmã deputada fazia distante de seus olhos.

 

Sandra ficou cega pelo poder desde que assumiu o mandato. Brigou com Augusto Carvalho (presidente do SOLIDARIEDADE-DF, partido da distrital), professores, homossexuais, jornalistas, blogueiros, assessores e até com o chefe de Gabinete para impor suas vontades.

 

Resta saber quem, em sã consciência, se deixará levar por estorinhas para livrá-la da cassação diante de fatos amplamente comprovados.

 

Joe Valle, presidente da CLDF, só conseguiu ser presidente com o amplo apoio dos deputados envolvidos na Operação Dracon (Bispo Renato, Celina Leão, Raimundo Ribeiro, Cristiano Araújo e Julio Cesar). Com a especial e inesperada ajuda de Sandra Faraj e Robério Negreiros, Joe derrotou seu adversário Agaciel Maia, apoiado pelo governador Rollemberg.

 

Resta saber se esse apoio recebido por seis distritais envolvidos em denúncias, custará caro demais à imagem de Joe Valle.

 

Na composição da atual Mesa Diretora, os integrantes são:

 

Joe Valle (PDT) – Presidente

 

Wellington Luiz (PMDB) – Vice-Presidente

 

Sandra Faraj (SD) – Primeira Secretária

 

Robério Negreiros (PSDB) – Segundo Secretário

 

Raimundo Ribeiro (PPS) – Terceiro Secretário

 

O atual presidente da CLDF, deputado Joe Valle foi o relator do processo de cassação do então deputado Raad Massouh em 2013. Não engoliu as frágeis argumentações de Raad, que acabou sendo cassado.

 

Naquela ocasião, Joe afirmou que não permitiria que a “Casa ficasse na lama”. E diante do lamaçal de denúncias contra 6 distritais, como fica o posicionamento do presidente da Câmara Legislativa do DF?

 

E quanto aos demais componentes da Mesa Diretora, que por horas ouviram Sandra Faraj mas que inacreditavelmente não ouviram as testemunhas de acusação nem sequer o próprio denunciante, Filipe Nogueira? Cadê a oitiva das testemunhas?

 

Tudo depende do bom senso, caráter e maturidade dos nobres colegas da distrital denunciada. E mais uma vez a pergunta que não quer calar: Por quê Sandra não apresentou até agora (conforme havia prometido) os recibos de pagamento feitos à NetPub?

 

Façam suas apostas, porque será hoje (20), a decisão da Mesa Diretora que definirá o futuro de Sandra Faraj. Será o céu ou o inferno. Caso os distritais a protejam, o inferno recairá sobre a Casa, que já é nacionalmente conhecida como a “Casa do Espanto”. E se der prosseguimento ao processo, a CLDF estará dando início à uma importante faxina em seus quadros.

 

Vamos acompanhar para ver até onde vai o corporativismo da CLDF, que costuma engavetar processos contra parlamentares envolvidos em graves denúncias.

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