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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 23 de novembro de 2017

Reforma trabalhista: De volta à senzala

Reforma trabalhista: De volta à senzala
Como diz Ronaldo Fleury, o que está se criando são estruturas legais para justificar um retrocesso terrível.
Por Chico Vigilante - 15/07/2017 - 20:17:34

Feita sob medida para os maus empregadores, criada para precarizar, completamente, as relações de trabalho, no Brasil. Essa é a reforma trabalhista aprovada pelo Congresso Nacional, o mais violento ataque desferido contra trabalhadores e trabalhadoras desde a promulgação da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, quando a escravidão foi encerrada, formalmente, no País.

 

Entrevistado pela Folha de S.Paulo, Ronaldo Curado Fleury, procurador-geral do trabalho, vai além: “O Brasil ainda tem uma cultura escravocrata. Fomos um dos últimos países a abolir a escravidão e até hoje a escravidão é uma realidade. Mesmo nos grandes centros, nas grandes empresas, a mentalidade é escravocrata“, afirma.

 

Fleury enxerga no conjunto de normas da tal reforma a institucionalização das fraudes trabalhistas em nome de uma quimera impossível, a de que a destruição da legislação trabalhista poderá gerar emprego. Não vai.

 

Essas reformas, feitas sob encomenda para um governo golpista e ilegítimo, jamais vão gerar emprego. Mesmo que as penas alugadas fiquem repetindo na mídia essa mentira, todo dia, o dia todo, como papagaios amestrados.

 

Como diz Ronaldo Fleury, o que está se criando são estruturas legais para justificar um retrocesso terrível.

 

Chico Vigilante, deputado distrital (PT-DF)

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