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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 23 de setembro de 2017

Rodoviária do Plano volta a ser palco de ato contra aumento da tarifas

Rodoviária do Plano volta a ser palco de ato contra aumento da tarifas
Com gritos e faixas, manifestantes reclamam do reajuste no preço das passagens, que, em alguns casos, chegou a 25%
Por Metrópoles Foto: Reprodução/Divulgação - 10/01/2017 - 18:41:45

Às vésperas da votação na Câmara Legislativa que pode derrubar o aumento das tarifas do transporte público, a temperatura nas ruas esquentou nesta terça-feira (10/1). Após o protesto que fechou parte da EPTG pela manhã, manifestantes se reuniram em frente à estação do metrô na Rodoviária do Plano Piloto para reclamar do reajuste, que chegou, em alguns casos, a 25%.

 

Até a última atualização desta reportagem, cerca de 70 pessoas se aglomeravam no terminal. Elas gritavam palavras ordem, como “Mãos ao alto! Cinco conto é um assalto!”.


Quem chega para aderir ao ato tem mochilas e bolsas revistadas pelos policiais militares que acompanham a movimentação. Por volta das 18h30, os ativistas deixaram a entrada do metrô e saíram em marcha pela Rodoviária.

 

Pneus queimados
Mais cedo, um grupo de manifestantes montou barreiras na EPTG, na altura da CEB e no viaduto que dá acesso ao Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), sentido Plano Piloto. O protesto foi organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL).

 

Desde o reajuste das tarifas, no dia 2 de janeiro, manifestantes têm feito atos em várias regiões do Distrito Federal. A Rodoviária foi palco de dois deles. O último, no dia 4, reuniu cerca de 250 pessoas.

 

O protesto daquele dia, que começou pacífico, teve focos pontuais de confusão, com vidraças de um ponto de ônibus na 102 Sul quebradas e carros danificados na W3 Sul. A cavalaria da PM avançou contra os jovens e ao menos um deles foi pisoteado. Seis pessoas precisaram de atendimento médico.


Aumento de até 25%
As novas tarifas foram anunciadas na última sexta (30/12) pelo governo e representam a segunda elevação nos preços do transporte desde o início do governo Rollemberg. Os valores passaram de R$ 2,25 para R$ 2,50 nas linhas circulares e alimentadoras do BRT (aumento de 11%); R$ 3 para R$ 3,50 (aumento de 16%) nas linhas metropolitanas “curtas”; e de R$ 4 para R$ 5 (aumento de 25%) no restante das linhas, além do metrô.

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