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Brasil, Brasília - Distrito Federal, 25 de abril de 2017

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Rollemberg vai à Justiça caso distritais revoguem aumento de passagens

Rollemberg vai à Justiça caso distritais revoguem aumento de passagens
Após reunião com parlamentares, o governador disse que aceita rever o preço da maior tarifa se a Câmara rediscutir gratuidade
Por Guilherme Waltenberg/Michael Melo/Metrópoles - 03/01/2017 - 23:14:34

Depois de retornar mais cedo das férias a Brasília e dizer que recuaria da decisão de reajustar as tarifas caso a Câmara Legislativa subsidiasse as passagens, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) se reuniu com distritais na noite desta segunda-feira (2/1). Em pouco mais uma hora de conversa no Palácio do Buriti, não houve acordo. Ao final, o governador disse que, caso a Câmara Legislativa cumpra a ameaça de convocar sessão extraordinária na próxima quarta (4) e revogar o aumento, ele entrará na Justiça a fim de valer a correção.

 

O governador abre mão apenas de reduzir de R$ 5 para R$ 4,50 as tarifas de longa distância e do Metrô, mas colocou uma condição: os distritais teriam de rediscutir a gratuidade absoluta para os alunos da rede privada de ensino. O governo quer reduzir o subsídio de 100% para esses estudantes e espera contar com a Câmara. Sobre o posicionamento do comando da Casa sobre essa proposta do governo, Rollemberg disse: “Nós estamos aguardando o retorno do presidente da Câmara, Joe Valle (PDT).”

 

Os distritais insistiram no recuo de todos os aumentos aplicados sobre as passagens a partir desta segunda (2). Disseram que podem até repassar R$ 50 milhões para os subsídios, que têm custo anual de R$ 600 milhões, mas só se o governo revogar totalmente o reajuste.

 

Estavam presentes na reunião os deputados Joe Valle (PDT), presidente da Câmara Legislativa, Julio Cesar (PRB), Raimundo Ribeiro (PPS), terceiro-secretário, Wasny de Roure (PT), Chico Leite (Rede) e Wellington Luiz (PMDB), vice-presidente, e Rodrigo Delmasso (PTN).

 

Os distritais não gostaram nada da declaração de Rollemberg ao Metrópoles sobre a condição de recuar no aumento caso a Câmara desse subsídio das passagens. “A Câmara não pode ser alvo de chantagem”, disse Raimundo Ribeiro, ao deixar a reunião com o governador. Já Wellington Luiz classificou a correção de até 25% nas tarifas como “excrescência”.

 

Além da pressão política, o Executivo terá de lidar com a insatisfação popular. O fim da tarde desta segunda (2/1) foi marcado por protesto na área central de Brasília, que travou o trânsito no horário de pico. A manifestação foi acompanhada pela Polícia Militar, mas não houve confronto. Na quarta (4), os manifestantes prometem se reunir no mesmo local para pressionar o governo.

 

As novas tarifas foram anunciadas na última sexta (30) pelo governo e representam a segunda elevação nos preços do transporte desde o início do governo Rollemberg. Os valores passaram de R$ 2,25 para R$ 2,50 nas linhas circulares e alimentadoras do BRT (aumento de 11%); R$ 3 para R$ 3,50 (aumento de 16%) nas linhas metropolitanas “curtas”; e de R$ 4 para R$ 5 (aumento de 25%) no restante das linhas, além do metrô.

 

 

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